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sexta-feira, 4 de abril de 2008

Mapa da saúde do brasileiro /2008_SAÚDE

Título Conteúdo Mapa da saúde do brasileiro - 03/04/2008

Estudo encomendado pelo Ministério da Saúde revela que o brasileiro precisa se preocupar mais com a saúde. Cerca de 43,4% da população adulta está com excesso de peso (IMC> 25). O consumo de frutas, hortaliças e verduras é baixo. Apenas 17,7% da população atende as recomendações da OMS de comer cinco porções diárias destes alimentos. O uso de carne com gorduras aparentes está no cotidiano de 32,8% da população e 29% dos adultos são sedentários. De uma forma geral, as brasileiras têm cuidado mais da saúde: alimentam-se melhor, fumam menos, são menos sedentárias, bebem menos, tem menos excesso de peso. Os números fazem parte da pesquisa realizada pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel, em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, nas capitais dos 26 estados do país e Distrito Federal.

O estudo é feito anualmente desde 2006 com adultos (> 18 anos). “Estamos construindo uma linha de base para o monitoramento dos fatores de risco de doenças crônicas não transmissíveis. A idéia é, a partir desses dados, basear as políticas públicas de promoção à saúde e prevenção de doenças não transmissíveis”, explica a coordenadora do Vigitel, Deborah Carvalho Malta.

A pesquisa consistiu em aproximadamente 54 mil entrevistas telefônicas, com um mínimo de 2 mil indivíduos adultos (18 ou mais anos de idade) em cada capital, além do Distrito Federal. A amostragem foi realizada a partir de cadastros das linhas residenciais fixas de cada cidade e sorteio de um morador por linha para ser entrevistado. Para a análise dos dados, foram utilizados fatores de ponderação que igualam a composição sócio-demográfica da amostra em cada cidade àquela observada no Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2000. Com isto, todas as faixas etárias, de sexo e escolaridade são representadas, conforme a distribuição populacional do Brasil.

As entrevistas foram feitas entre julho e dezembro de 2007 por uma equipe de 60 entrevistadores, quatro supervisores e um coordenador. No questionário perguntas sobre tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, ingestão de frutas, verduras e hortaliças, atividade física, proteção contra raios ultravioletas, auto-avaliação do estado de saúde, diagnóstico autodeclarado de hipertensão e diabetes e para as mulheres, exame de mamografia e preventivo de colo de útero (papanicolau).

Veja a seguir os principais resultados:

Tabagismo
A freqüência de fumantes no país todo é de 16,4%. “Percebemos que esse hábito está diminuindo, mas o ideal é a sua eliminação” comenta Deborah. A capital onde o hábito de fumar está mais disseminado é Porto Alegre (21.7% da amostra) e o local onde se dão menos baforadas é em Salvador, com 11,5% de indivíduos adeptos ao vício. Se for comparado o hábito entre homens e mulheres, eles (20,9%) fumam mais que elas (12,6%). Os homens que mais tragam no país estão em Florianópolis (26%), já as mulheres, na capital gaúcha (20%). Em ambos os sexos, a freqüência de fumantes cai após 54 anos de idade, alcançando menor regularidade entre os indivíduos com 65 anos ou mais. No Distrito Federal há 16,4% de fumantes.

Excesso de peso e Obesidade
Aqueles com excesso de peso (IMC > ou igual a 25) já somam 43% da população entrevistada. “A situação é preocupante, o excesso de peso é um fator de risco para doenças do coração, diabetes e outras”, observa a coordenadora. A maior parcela de adultos com excesso de peso foi encontrada em Cuiabá (49,7%), tanto de homens (57%) adultos como de mulheres (42%), e a menor em Palmas (33,4%). Em geral, a ocorrência do excesso de peso é mais freqüente em homens do que em mulheres. O cruzamento entre excesso de peso, grau de escolaridade e gênero revela que entre homens o maior número de indivíduos acima do peso está entre os de maior escolaridade, já entre mulheres o aumento do peso ocorre quanto menor a escolaridade. O Distrito Federal tem 37,7% de pessoas acima do peso, sendo 38,9% do sexo masculino e 36,6% do sexo feminino.

Já em relação à obesidade (IMC> ou igual a 30), o Brasil tem 13% de obesos sendo a maior parcela encontrada no Macapá (16%), seguido de Campo Grande (15%). A menor quantidade de obesos está em Palmas (8,8%). O maior número de homens obesos foi encontrado no Macapá (19,5%) e de mulheres em Cuiabá (14,8%). No Distrito Federal os obesos somam 10% da população.

Consumo recomendado de frutas, legumes e verduras - FLV
O consumo recomendado pela OMS é de 400g/dia de frutas, legumes e hortaliças, o que corresponde a cinco ou mais porções. Na maioria das cidades estudadas, observou-se um consumo reduzido dessa quantidade. No país todo a freqüência foi de 17%. “Precisamos traçar estratégias para aumentar o consumo de frutas e verduras”, alerta a coordenadora da pesquisa. A maior regularidade foi encontrada em São Paulo, que apresentou 23% da amostra com esse hábito; contra Porto Velho, do lado oposto, com 10%. Entre os homens, o lugar onde foi encontrada a menor quantidade de gente com esse hábito foi em Porto Velho (7% dos entrevistados) e a maior em São Paulo com 18%. Já entre as mulheres a faixa variou de 10,6%, em Boa Vista, a 27,7%, em São Paulo.

Consumo de carnes com excesso de gordura
O consumo geral foi de 32,8% da amostra entrevistada em todo o país. Quem se alimenta mais de carnes com a gordura aparente é a capital Campo Grande, com uma freqüência de 45%. “Essa capital também foi a segunda em quantidade de obesos. É preciso trabalhar a informação que comer carne sem gordura é melhor para a saúde, previne doenças cardiovasculares, por exemplo”, explica. A capital baiana é o local onde os entrevistados se alimentam menos de carne gorda (23%). No Distrito Federal, o consumo desse alimento é feito por 32,5% da amostra. Homens tendem a consumir mais (42,7%) que mulheres (24,3%). Das capitais, os homens de Belo Horizonte são os que consomem com mais regularidade (57,1% da amostra). Entre as mulheres, a capital Campo Grande teve o maior consumo de carnes (35,3% das entrevistadas).

Consumo de leite integral
A alimentação com leite integral está bastante disseminada no país, no país todo a freqüência foi de 53%. A faixa de consumo dessa bebida variou entre 42%, em Vitória (menor ingestão), e 64%, em Belém (maior ingestão). No Distrito Federal, o leite integral é bebido por 52% dos entrevistados. A maior freqüência de consumo de leite integral entre homens foi observada em Manaus (62%). Entre mulheres, a regularidade maior foi encontrada em Belém (67%). De maneira geral, o consumo dessa bebida é maior entre homens (55%), que em mulheres (51%). “O consumo de leite em adultos é uma importante fonte de cálcio, mas deve ser incentivada a opção de adotar o uso do leite desnatado, sem gordura, que previne doenças crônicas”, recomenda Déborah.

Consumo de refrigerantes
A freqüência de adultos que consomem refrigerantes cinco ou mais dias da semana variou de 21% em Aracaju (menor regularidade), a 38% no Macapá (menor regularidade). No país todo 26,7% dos entrevistados bebem refrigerantes. No Distrito Federal a ingestão da bebida é da ordem de 25,7% da amostra. Os homens bebem com mais regularidade (31.7%) que as mulheres (22,4%). Entre os homens adultos, Porto Velho é a capital onde há maior consumo (43%) e o menor em Natal (19%). Entre as mulheres, o uso mais regular da bebida é no Macapá com (38%) e o menos freqüente, em Natal (12%). Foi observado também que quanto maior a escolaridade menor o consumo de refrigerantes.

Atividade física no lazer
São poucos os adultos que praticam atividade física suficiente no lazer (30 minutos diários de intensidade leve ou moderada em cinco ou mais dias da semana), a freqüência varia entre 11,3% em São Paulo e 20,5% dos entrevistados em Vitória. No país inteiro, a prática regular foi de 15,5%. “Talvez Vitória tenha tido a maior freqüência, pois apresenta um serviço de orientação ao exercício físico criado pela prefeitura há mais de 20 anos. O Ministério da Saúde tem apoiado esta iniciativa”, diz Deborah. No Distrito Federal, 17,2% da população faz exercícios no lazer. Entre homens e mulheres, eles praticam mais atividade física no período que estão livres. Se 19,3% deles têm esse hábito, entre mulheres apenas 12,3%. Entre homens a prática regular de exercício mais freqüente acontece em Belém (25%), a menos freqüente é em São Paulo (16%). Entre as mulheres a maior regularidade foi em Palmas (19%) e a menor em São Paulo (8%). A faixa etária entre os homens onde a freqüência é máxima, é dos 18 aos 24 anos. Entre mulheres a situação mais desfavorável é encontrada nas faixas etárias extremas, apenas 10% das mulheres jovens e 11% das idosas informam atividade física no lazer.

Inatividade física
Outro extremo da atividade física, o sedentarismo, varia. A faixa vai de 25% dos entrevistados em Porto Velho a 34% em Recife. No Brasil todo 29% dos entrevistados são sedentários. O Distrito Federal tem uma taxa que abrange 26,6% dos moradores. Houve variação entre os dois sexos para o sedentarismo, os homens são mais sedentários (31%) que as mulheres 27,8%. Entre homens a maior freqüência de inatividade física foi encontrada em Florianópolis (35%) e entre mulheres em Teresina (32%). Quanto maior é a faixa etária (> 65 anos) menor é a quantidade de exercícios que se faz, tanto em homens, quanto em mulheres (54% dos homens e 58% das mulheres).

Consumo de bebidas alcoólicas
O consumo abusivo de bebidas alcoólicas (considerando cinco doses para homens e quatro para mulheres em uma mesma ocasião, nos últimos 30 dias) variou entre 13,4%, em São Paulo; e 23%, em São Luís (ingestão com mais regularidade). A freqüência nacional foi de 17,5%. O Distrito Federal apresentou 18,6%. Na maioria das cidades, a ingestão abusiva foi três vezes maior entre os homens (27,2%) e 9,3% nas mulheres. O maior consumo entre os homens, nos últimos 30 dias, se deu em São Luis (39% da amostra) e o menor em São Paulo (21% da amostra). Entre mulheres, Salvador é a capital onde há maior consumo (14% das entrevistadas) e Curitiba o menor (5% da amostra). A partir dos 45 anos de idade a ingestão de álcool declina progressivamente.

Dirigir após consumo de bebidas
O consumo abusivo de bebidas seguido de direção é maior em Palmas (4,5% da amostra) e a menor freqüência no Rio de Janeiro (1%). Nas capitais do Brasil, o percentual geral foi de 2%. No Distrito Federal, o uso indevido de bebidas seguido do ato de guiar um carro atinge 3,5% dos entrevistados. Ao comparar eles com elas, a situação é mais freqüente entre homens (4%) do que entre mulheres (0,3%). Os homens de Teresina são os que mais bebem no país e conduzem um automóvel (9,5% dos entrevistados). As mulheres do Distrito Federal e de Palmas são as que mais ingerem bebida alcoólica e depois dirigem (1,8 e 1,6% da amostra em cada capital respectivamente).

Auto-avaliação do estado de saúde
A auto-avaliação do estado de saúde é um indicador relevante. Cerca de 5% dos brasileiros avaliaram seu estado de saúde como ruim. A freqüência de adultos que auto-avaliou seu estado de saúde como ruim variou entre 3,3% em Belo Horizonte e 7,9% em Manaus (maior freqüência). No Distrito Federal, uma parcela de 7,4% dos entrevistados encontra-se nesse estado. Entre homens, o maior percentual foi em Salvador com 7%, e entre mulheres Manaus com 10%. De uma maneira geral, as mulheres tendem a achar seu estado de saúde pior que os homens.

Prevenção de câncer de colo de útero
O Ministério da Saúde recomenda o exame de colo de útero (papanicolau) a cada três anos para todas as mulheres entre 25 e 59 anos que apresentaram citologia normal no último exame. O maior percentual de mulheres que fizeram o procedimento nos últimos três anos foi observado em São Paulo (90%) e Porto Alegre (90%) e os menores em Teresina (68%) e Fortaleza (69%). No Distrito Federal 75% delas fizeram o exame ao menos uma vez nos últimos três anos.

Prevenção Mamografia
A maior freqüência de mulheres entre 50 e 69 anos que realizaram mamografia nos dois últimos anos foi observada em Florianópolis (85%), seguido de Vitória (84%) e Porto Alegre (81%). As capitais Boa Vista (52%) e Macapá (54%) são os locais onde uma parcela menor de mulheres fizeram o exame nesse período. A cobertura da mamografia aumenta quanto maior for o grau de escolaridade. No Distrito Federal, 69% das mulheres fizeram mamografia nos dois últimos anos. A mamografia é recomendada para as mulheres com idade entre 50 a 69 anos, com o máximo de dois anos entre os exames. A recomendação é anual, a partir dos 35 anos, para as mulheres com histórico familiar de câncer de mama.

Proteção contra raio ultravioletas
Florianópolis é a capital onde mais indivíduos se protegem contra a radiação ultravioleta (70%). É considerada proteção contra raios usar filtro solar e/ou chapéu e não se expor por mais de 30 minutos por dia ao sol. No outro extremo, onde menos pessoas se protegem está Cuiabá, onde 46,9% da amostra evita a luz solar. No Distrito Federal, 51,6% se cuidam. No quesito gênero, as mulheres (62%) se precaviam mais que os homens (43%). De todas as capitais, entre os homens, Florianópolis (59%) está o maior percentual daqueles que evitam o sol. Entre as mulheres, a maior freqüência de proteção se deu também em Florianópolis (80% da amostra).

Hipertensão arterial
A maior quantidade de indivíduos que se autodeclararam hipertensos foram os do Rio de Janeiro (27%) e a menor em Palmas (13,8%). No Distrito Federal, a hipertensão é referida por 18,4% dos entrevistados. Entre os homens, Recife é capital com mais diagnóstico auto-referido de hipertensão (26,7%). O Rio de Janeiro é a capital onde mais mulheres declaram ter a doença (31%) no país.

Diabetes
Natal é a capital onde há maior quantidade de diabéticos autodeclarados, eles somam 7,5% da amostra. A capital com menor parcela de diabéticos é Boa Vista, com 1,8% da população. O Distrito Federal tem 3,7% de indivíduos que relatam o problema. Entre os homens, a capital onde mais indivíduos refere a doença é Cuiabá (6%) e entre as mulheres Natal (9%). Considerando toda a população adulta das capitais estudadas, 5,7% das mulheres referem ter diabetes contra 4,8% dos homens. O diagnóstico da doença se torna mais comum com o aumento da idade.


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