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quarta-feira, 16 de abril de 2008

Odontologia _ Orçamento não! Consulta inicial! _ Marketing

Orçamento não! Consulta inicial!


Dr. Otávio Colonna / CRO-RJ 23228
Cirurgiao.dentista@yahoo.com.br
Cirurgiaodentista@hotmail.com

Na Odontologia os pacientes comumente vêm ao nosso consultório dizendo que querem fazer um ORÇAMENTO e até mesmo nós chamamos nossa consulta inicial de ORÇAMENTO. Este é um dos mais infelizes hábitos que temos que vem em detrimento do Marketing odontológico.

Alguém vai ao consultório médico dizendo querer fazer um ORÇAMENTO quando precisa ser submetido a algum procedimento estético, cirúrgico ou de qualquer outra espécie?

E quando o paciente chega e nos pede o seguinte:

“Dr. vim aqui pedir só pro senhor me passar um remedinho pra dor”. Pois ele acha que não estamos tratando-o prescrevendo medicamento e assim não devemos cobrar consulta. Alguém vai ao médico pedir pra ele passar um remedinho achando que ele não cobrará consulta? Quando se prescreve um medicamento a um paciente, independente da cobrança de consulta, há responsabilidade profissional no que foi prescrito, ou seja, se o medicamento der certo, o lucro é do paciente, mas se der errado a culpa é nossa.

Isso tudo acontece, pois não sabemos nos impor profissionalmente. No decorrer de toda a história até meados dos anos 50, a Odontologia foi feita muitas vezes de forma banalizada e até empiricamente. Aquela coisa do prático “arrancador de dente” ainda nos prejudica.

É claro que dependendo da realidade do mercado em que esteja inserido cada profissional, eventualmente não é conveniente se cobrar pela CONSULTA INICIAL, pois o paciente acaba desistindo de fazer o tratamento devido à possibilidade de ter ele que pagar vários dos que ele chama de ORÇAMENTOS com diversos profissionais até encontrar um que o satisfaça profissionalmente e que ofereça viabilidade financeira para que ele possa arcar com os honorários profissionais.

O que eu quero que se faça entender é que não fazemos ORÇAMENTO e sim uma CONSULTA INICIAL, seja ela cobrada ou não. Na 1o sessão fazemos o mais importante do tratamento que é o DIAGNÓSTICO. É fato mais do que sabido que a maior parte dos insucessos profissionais se dá devido à falta de DIAGNÓSTICO e PLANEJAMENTO. Eu acho que não preciso dizer em que sessão se faz isso.

Certas vezes, por mais surreal que pareça, me parece haver profissionais que ainda não ouviram dizer que a 1o impressão é a que fica. Existem os que fazem aquele orçamento rapidinho, pensando assim:

- “Ah! Não vou perder muito tempo com esse orçamento não, porque eu nem sei se esse fulano vai querer realmente tratar esse dente”.

E se o paciente começar a fazer perguntas dentro do seu legítimo direito de esclarecimento, ainda é mentalmente tachado de chato. Afinal, por vezes acha-se que isto toma muito tempo e afinal nós somos os profissionais e assim sendo o paciente não tem o direito de questionar sobre os esclarecimentos concernentes ao tratamento que será submetido.

Bem! É claro que se nosso pensamento se afinizar como o supracitado, o paciente realmente não vai querer ser submetido ao tratamento por nós proposto ou se ainda assim ele aceitar provavelmente será o único tratamento que nele executaremos, pois um tratamento feito com base em um DIAGNÓSTICO e PLANEJAMENTO feito aos atropelos tem a forte tendência de se atropelar, ou seja, insucesso na certa.

Em suma, é na 1o sessão que conquistaremos ou não o paciente, devemos investir plenamente nessa 1o sessão, é nela que fundamentaremos a nossa relação com o paciente e alicerçaremos o tratamento. Dê toda atenção ao paciente, seja simpático e agradável, mas sem bajulações. Seja coerente e firme no que diz.

Tenha prazer em servir, pois antes de sermos Doutores somos servos. Se nós é dado a oportunidade de tratar da saúde de nosso semelhante é porque em nós foi depositada nobilíssima confiança. Não usemos esse Dom somente em causa capitalista. Só se torna verdadeiramente bem sucedido quem se deixa embriagar pelo prazer de servir.

Quando todos nós passarmos a ter essa visão, com certeza a odontologia será muito mais valorizada pela sociedade como um todo e o mundo será muito melhor.




Data de Publicação do Artigo:

20 de Março de 2007

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