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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Texto:Menos gordura, menor risco de tumores

Menos gordura, menor risco de tumores

E aí, já leu a reportagem sobre as comidas anticâncer da edição de maio? Se ainda não, faça isso para entender de que forma a gordura animal pode favorecer o câncer de mama e o de intestino. E, se você não abre mão da carne vermelha, aprenda agora a escolher os cortes menos prejudiciais

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por DIOGO SPONCHIATO

Fontes de gorduras saturadas diretamente associadas ao aparecimento de tumores, as carnes vermelhas não são todas iguais. "O cordeiro tem a maior quantidade do tipo saturado", exemplifica o engenheiro de alimentos Pedro Eduardo Felício, da Universidade de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. No caso, a proporção é de 47%, em média. A carne bovina, porém, não está muito atrás. Tem cerca de 46%.

E se você pensa que a carne de porco é a grande vilã, engana-se. A proporção dessas moléculas gordurentas é surpreendentemente mais baixa: 38%. Nesse quesito, o pernil assado chega a empatar com a fraldinha bovina. Já o frango é o mais magrinho, com 31%, em média.

Apesar da aparente vantagem, os especialistas tecem elogios à diversidade. "Afinal, a variação não é tão grande", diz a nutróloga Neura Bragagnolo, da Unicamp. "Foi-se o tempo da dieta só à base de filezinho de frango." É bom lembrar, também, que não existem dados nacionais sobre a composição de gordura dos nossos rebanhos. Por isso, usamos como referência a tabela criada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Ocorre que lá o gado é criado em confinamento e come ração. Aqui os bois devoram pasto. "Com isso, em geral o teor de gordura da carne brasileira é relativamente baixo", garante o engenheiro de alimentos Pedro Eduardo Felício. O que não significa que a carne vermelha consumida por aqui não sejam um fator de risco para os tumores. Portanto, saiba escolher os cortes mais saudáveis e não exagere no consumo.

Ranking das gorduras

Os valores comparados se referem a 100 gramas de cada corte. Faça a escolha certa. Eis os cortes com menor teor de gordura:

1. Patinho - 7 gramas
2. Maminha - 7 gramas
3. Músculo - 7 gramas
4. Lagarto - 9 gramas
5. Filé mignon - 9 gramas
6. Coxão duro - 9 gramas
7. Coxão mole - 9 gramas
8. Acém- 11 gramas
9. Alcatra - 12 gramas
10. Contra-filé de costela - 13 gramas
11. Cupim - 13 gramas
12. Picanha - 20 gramas
13. Fraldinha - 26 gramas
14. Costela - 28 gramas

Dica da SAÚDE!

· Retire do prato aquela gordurinha aparente. Ela faz uma diferença danada. Um bife de 100 gramas de filé mignon magro tem 10 gramas de lipídios. Com a capa de gordura, esse valor dobra. Também é melhor a pele do frango ficar de fora do cardápio.
· Eliminar as carnes pode tornar mais difícil o sonho de uma dieta equilibrada. Quem adota uma dieta vegetariana pensando em preservar a saúde pode estar cometendo um equívoco. Para que o corpo humano funcione bem, é preciso abastecê-lo com energia proveniente de três grupos de nutrientes: os carboidratos, as gorduras e as proteínas. É aí que entram as carnes. Junto com o leite e os ovos, elas são fontes das chamadas proteínas completas, aquelas que possuem todos os aminoácidos essenciais, ou seja, que não são produzidos pelo corpo. Entre outras funções, eles ajudam a construir e a reparar tecidos e, por isso, são importantes. "Não é impossível ser vegetariano e ter uma dieta balanceada, mas dá muito mais trabalho", afirma o endocrinologista Walmir Coutinho, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. O primeiro passo, no caso, é multiplicar a ingestão de alimentos à base de soja, fonte alternativa de proteínas.

Fonte: Revista Saúde _ Editora Abril

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