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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Pesquisa: " O Mau Hálito e o Profissional da Área de Saúde"

:: Resumo

A ABPO (Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca) realizou uma pesquisa em âmbito nacional, intitulada: "O mau hálito e o profissional da área de saúde", cujo objetivo foi avaliar como esses profissionais, mais especificamente médicos e cirurgiões-dentistas, têm atuado frente a este problema, ou seja, seus conhecimentos técnico-científicos sobre halitose, termo científico dado ao mau hálito.

A pesquisa foi realizada através de um questionário contendo questões objetivas que, de início, identificava os profissionais em seu campo de atuação, seus principais conceitos em relação às origens da halitose, sua conduta frente aos pacientes, principais exames solicitados, procedimentos realizados, etc.

A pesquisa abrangeu 200 (duzentos) questionários, em 08 cidades de todo o Brasil, sendo 131 (65,5%) cirurgiões-dentistas e 69 (34,5%) médicos.

Sabe-se que mais de 90% dos casos de mau hálito originam-se na cavidade bucal. Com o intuito de avaliar o que os profissionais da área de saúde sabem a respeito disso, foi perguntado na pesquisa onde se originava o mau hálito, ou seja, a causa mais comum, e os resultados obtidos foram: 76,5% afirmam que o mau hálito origina-se na cavidade bucal principalmente, mas 14% dos entrevistados ainda acreditam que o estômago é o causador principal da halitose, seguidos de 5,5% que supõem serem as vias aéreas superiores as principais responsáveis. Como segunda causa do mau hálito figura o estômago novamente, agora com 40 % dos casos, ou seja, uma grande porcentagem dos profissionais ainda acredita ser o estômago um grande responsável pelas alterações do odor bucal.

Foi possível observar ainda, através da pesquisa, que 50,5% dos entrevistados recebem com alguma freqüência pacientes com mau hálito ou com queixa de terem o problema. Os profissionais que tratam de alguma forma estes pacientes são 59,5% e os que encaminham para outros profissionais são 25%, encaminhando principalmente para dentistas (45,5%), gastroenterologistas (40,5%) e otorrinolaringologistas (32,5%).

É muito importante salientar que entre as condutas terapêuticas mais indicadas estão a amidalectomia (extração radical das amígdalas) com 11% e as cirurgias de hérnia de hiato/refluxo com 8%.

No âmbito odontológico, as principais condutas realizadas são alterações nos hábitos de higiene oral e / ou na alimentação (60%), raspagens periodontais (46,5%) e administração de antissépticos bucais (41%), a maioria das vezes contendo álcool em sua composição.

A pesquisa foi concluída com a seguinte afirmação: "O mau hálito é freqüentemente ocasionado por problemas estomacais" e, através de 05 alternativas, foi avaliado se existe verdadeiramente entre os profissionais da área de saúde este "mito", ou seja , que o estômago é o principal causador do mau hálito. Foram obtidos os seguintes resultados: 38,5% responderam que esta afirmação é falsa, que "isso ocorre em uma parcela ínfima dos casos, que esse era um grande mito na área de saúde que está sendo derrubado" (resposta mais adequada). No entanto 36,5% responderam que é verdadeiro, que "o mau hálito vem do estômago, mas vem sempre acompanhado de outras causas". Ainda 12% dos entrevistados acreditam ser falsa, pois "é impossível problema estomacal ocasionar o mau hálito".


:: Conclusão

Fica evidente que ainda existe muita desinformação entre os profissionais da área de saúde sobre o mau hálito e suas causas. Ainda há uma forte crença entre eles que o estômago provoque alterações no hálito. Isso faz com que o portador de halitose faça uma verdadeira "via sacra", consultando inúmeros profissionais, não especializados, submetendo-se a tratamentos inadequados, sem resolver seu problema. É de extrema importância divulgar para a população e para os profissionais da área de saúde que halitose tem tratamento e que existem pessoas capacitadas a tratá-la (embora ainda não exista a especialidade Halitose e, portanto, não haja especialistas nessa área). Essa divulgação deve ser feita através de ações de mídia, bem como de artigos em revistas especializadas dentro da área medico-odontológica.


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ABPO
Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca

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