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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Artigo : Convivência com fumantes prejudica a saúde de recém-nascidos de muito baixo peso.

Convivência com fumantes prejudica a saúde de recém-nascidos de muito baixo peso
Autora: Megan Rauscher

Os recém-nascidos de muito baixo peso apresentam risco aumentado de doença respiratória nos primeiros 12 meses de vida, e um recente estudo sugere que gatilhos domiciliares, como exposição a cigarros e a pragas domiciliares podem ser parcialmente responsáveis.

Em um estudo com 124 recém-nascidos de muito baixo peso, Dr. Jill S. Halterman, da University Rochester, Nova York, e colaboradores analisaram o impacto na doença respiratória de diferentes exposições no período pós-natal (1 ano após a alta da terapia intensiva neonatal).

Neste estudo, observamos que a doença respiratória foi comum entre recém-nascidos de muito baixo peso no primeiro ano de vida. Na verdade, quase uma em dez crianças já foi diagnosticada com asma em idade precoce.

De acordo com uma publicação na edição de janeiro de Archives of Diseases in Childhood, 47% dos recém-nascidos necessitam de uma ou mais visitas e 11% tiveram que ser hospitalizados por doença respiratória.

Oitenta e dois porcento das crianças foram expostas a pelo menos um gatilho ambiental, e um terço convive com um fumante.

A convivência com uma praga ambiental foi definida como resposta afirmativa à pergunta sobre o uso de exterminadores de pragas ou agentes químicos no último ano.

Na análise multivariada controlada para demografia, peso ao nascimento, displasia broncopulmonar e história familiar de asma ou alergias, tanto conviver com um fumante quanto estar exposto a pestes foram fatores independentemente associados à necessidade de cuidado intensivo para doenças respiratórias, com odds ratio de 2,62 e 4,41, respectivamente.

O autor ressalta a importância do achado que pode melhorar o quadro de saúde dos recém-nascidos e aconselha aos médicos a falar com as famílias sobre os riscos dos fatores responsáveis pela piora dessas crianças.


Arch Dis Child 2009;94:28-32.

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